Os Capish me surpreenderam desde a primeira vez que coloquei na cabeça: os bonés vestem de maneira similar aos clássicos italianos, são grandes nas laterais, não escapam da cabeça, ajudam a firmar o capacete e não escorregam quando estão sozinhos, inclusive nos cabelos mais bagunçados e nas cabeças mais volumosas. Além disso, cumpre a sua função primordial: protege muito bem os olhos gotas de chuva e dos raios de sol.

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Eu, praticamente, usei o boné por 30 dias seguidos, e nos primeiros 20 dias ele não viu água e sabão.
– Tu não lava o boné depois de usar pra um pedal?
Não, se eu fizer isso, tenho de comprar bonés novos toda hora, imagina o desgaste do coitado… além de necessitar 1000 bonés pra fazer o revezamento enquanto uns lavam e outros estão em uso, né.

Nesse tempo de avaliação e olhares críticos – apesar de se tratar de uma peça de vestuário de simples uso e manutenção -, reparei que: o elástico da nuca não sofreu nenhum desgaste e as costuras estão perfeitas, além disso, o boné seca super rápido e não fica com odor indesejado depois de vários dias de uso intenso, noites esquecido dentro da mochila e muitos litros de suor. O único problema que notei foi estético: o tecido perdeu um pouco da cor na parte da testa, onde fica em contato com o capacete. Dá pra ver na foto abaixo que deu uma leve esmaecida.

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Ele se portou super bem debaixo dos dois capacetes que tenho, inclusive parece que foi desenhado pro meu SPZ S3, acompanhando a lateral e o sistema de travamento da nuca :D. O desenho do meu é incrível, fica bem destacado entre as ranhuras do capacete. Ponto positivo pra Capish!

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O meu Capish me acompanhou em 150 entregas em bicicletas pela Pedal Express e em média de 200km de mountain bike.